Planejamento financeiro: otimize a sua empresa para atingir os objetivos estratégicos

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Planejar é criar um plano para otimizar o alcance de um determinado objetivo. Quando se trata da parte financeira, o planejamento orçamentário é o que direciona o gestor na tomada de decisão, auxiliando seu controle sobre a situação da empresa. Essa ferramenta engloba tanto fatores operacionais quanto financeiros, servindo para fixar objetivos, políticas e estratégias. Todas essas informações são quantificadas e organizadas em grupos, com o intuito de facilitar a análise, visando como resultado a otimização dos recursos e realização de previsões. Mas qual a melhor maneira de estruturá-la?

O planejamento orçamentário de uma organização, utiliza-se de bases históricas para considerar os gastos do passado, preocupando-se também em fazer previsões de possíveis mudanças no futuro da empresa. Isso tudo é calculado e quantificado de acordo com as atividades do negócio, baseando-se sempre em termos econômicos e financeiros. Trata-se, portanto, da estipulação de uma meta, um objetivo estratégico que guiará as tomadas de decisão da empresa durante o período de sua vigência.

O controle orçamentário mostra-se ainda uma ferramenta de extremo cunho estratégico, já que comunica aos donos e administradores os anseios e realizações da empresa, além de se tratar de um instrumento capaz de mensurar se a realidade da empresa corresponde às expectativas de seus proprietários. Para a devida criação de um orçamento, primeiramente é necessário reconhecer as origens de recursos da empresa, isto é, suas vendas, empréstimos obtidos e outras fontes de receita, além dos usos e aplicações no processo empresarial (seus custos, despesas e investimentos).

Vale ressaltar que existem fatores determinantes para uma previsão assertiva tanto das entradas quanto das saídas monetárias da empresa para o período do orçamento, no entanto, existem dois que devem nortear ela, são eles:

A presença de uma estratégia forte e enraizada em todos os funcionários da organização. Esse fator é essencial pois, com uma estratégia consolidada, a empresa tem seus objetivos de longo (missão), médio (visão) e curto prazo bem estabelecidos e é capaz de priorizá-los cronologicamente, de modo a facilitar muito a previsão das ações que serão tocadas durante o período de vigência do próximo plano orçamentário. Em uma célebre fala, Abraham Lincoln ilustra isso com maestria:

“Se pudéssemos saber, em primeiro lugar, em que ponto nos encontramos e até que ponto avançaremos, estaríamos em melhores condições para julgar o que fazer e como fazê-lo.” 

A gestão de conhecimento da organização é o segundo ponto que  também é muito importante para um prognóstico preciso. Isso acontece pois, para que a previsão possua embasamento teórico e se desprenda dos padrões antigos e obsoletos de estimativa à base do feeling do gestor, faz-se necessário um banco de dados com as informações financeiras e operacionais da empresa. Um histórico bem nutrido aliado a uma metodologia de previsão de demanda, como os modelos teóricos de Holt e Winter, são fatores chave para a assertividade do orçamento.

 

  • 4 de Março de 2016
  • | Categorias: Gestão