Fluxo de Caixa – Conheça a Ferramenta Financeira Mais Importante

Fluxo de Caixa – Conheça a Ferramenta Financeira Mais Importante

Se você é empresário ou está pensando em abrir uma empresa, precisa admitir: seu sonho é não ter que se preocupar com as finanças! Afinal, ter saúde financeira é o sonho de qualquer pessoa, não é mesmo? No entanto, quando tratamos de empresas que possuem funcionários, aluguel, fornecedores e tantas outras coisas, a preocupação com a gestão das finanças se torna ainda mais complexa. E é justamente por isso que o fluxo de caixa é um diferencial para qualquer negócio.

 

O que é fluxo de caixa?

O fluxo de caixa é considerado a ferramenta mais importante da gestão financeira. Ela consiste no controle e análise da movimentação financeira de uma empresa. Em outras palavras, é o registro das entradas e saídas (de dinheiro), que tem como objetivo basear o planejamento empresarial.

Aqui, é importante diferenciar o que é um simples controle e o que é propriamente o fluxo de caixa. Enquanto o controle de caixa engloba apenas as anotações de quanto entrou e saiu de dinheiro, o fluxo de caixa é uma ferramenta usada para a análise da saúde financeira. Sendo assim, estamos tratando aqui sobre uma forma de observar com clareza o crescimento, a lucratividade, as previsões e as indicações das necessidades financeiras de uma empresa.

Até mesmo um dos autores brasileiros mais renomados da administração, Idalberto Chiavenato, afirmou que “o planejamento e a operação das entradas e saídas do caixa constituem talvez a parte mais representativa da operação financeira da empresa”. Isso porque muitas empresas simplesmente quebram por não saberem o quanto de dinheiro realmente movimentam.

 

Por que o fluxo de caixa é tão importante?

Principalmente no começo dos negócios é muito comum que os empreendedores tenham dificuldades em entender o que é dinheiro próprio e o que é capital da empresa. Parece simples, mas no dia a dia da direção da empresa fica complicado não confundir as movimentações.

Através dessa ferramenta é possível ter:

  • Saldo disponível e atual da empresa (ver se está no positivo ou negativo);
  • Previsão financeira (ver quanto haverá no futuro);
  • Controle dos prazos de pagamento e necessidade de renegociação dos prazos com fornecedores;
  • Compreensão de se é possível dar mais facilidade de pagamentos aos clientes;
  • Controle sobre a necessidade de captação de capital de terceiros.

E é possível ver a importância da ferramenta tanto para o empreendedor que está criando uma nova empresa, tanto para o empresário que está pensando na organização financeira e expansão dos negócios.

Sobre a necessidade de quem está abrindo seu próprio negócio, o Diretor de Projetos da EJFGV, Lucca Ritzmann, afirma: “através do fluxo de caixa, é possível prever o retorno sobre o investimento e o tempo do retorno. Por isso, o empreendedor utiliza o fluxo de caixa para entender o quanto precisa investir e quando terá o seu dinheiro de volta. Essa necessidade surge também quando há a necessidade de atrair investidores para o negócio.”

Já o empresário que já possui sua empresa, busca o fluxo de caixa por outros motivos. “Normalmente ele demanda o fluxo de caixa para que ele consiga organizar o plano de expansão da empresa. Esse gestor já sabe quais são seus gastos e sua receita, mas ele não consegue fazer nenhum tipo de previsão de caixa, nem saber onde cortar custos”, explica Ritzmann.

Se você não tem um fluxo de caixa…

Traçar um caminho até o seu objetivo é essencial! A previsão de quando e quanto o empresário irá ganhar é essencial para que ele consiga se planejar. Afinal, nenhum gestor quer viver para pagar contas, não é mesmo?

Portanto, se você quer abrir um negócio, a dica é ter o fluxo de caixa para saber qual o investimento inicial necessário e quando terá seu investimento de volta. Porém, se você já é gestor de um negócio, ter o fluxo de caixa faz com que você entenda qual é a real situação financeira da empresa e saber como ela estará no futuro.  

E para construir o seu próprio fluxo de caixa, a melhor ideia é contar com a ajuda de uma consultoria financeira. Isso porque ter uma visão externa ao negócio é um diferencial para organizar as finanças com imparcialidade e maior precisão.

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Por que uma consultoria financeira pode ajudar?

“Uma das maiores dificuldades em utilizar o fluxo de caixa está na parte técnica”, alerta o Diretor de Projetos da EJFGV. “Construir a ferramenta, saber onde entram os impostos e fazer a parte de previsão de caixa é normalmente algo mais complexo para o pequeno e médio empresário, porque envolve muitos conhecimentos técnicos sobre finanças.”

Quando falamos das finanças de uma empresa, é importante não só conhecer as ferramentas necessárias, como também saber aplicá-las e interpretá-las. Tudo isso se torna um processo bem mais lento e complicado se feito sozinho.

De qualquer forma, alguns conceitos são considerados básicos na área financeira e, um bom gestor, para conseguir ter uma visão mais clara sobre seu negócio, precisa compreendê-los. Colocamos abaixo algumas dessas explicações:

Custos x Despesas

Resumidamente, se o gasto influenciar diretamente na formação de estoque, é um custo; caso contrário, ele é considerado uma despesa.

Ou seja, os valores gastos que influenciam diretamente na obtenção de receita através da venda e sua administração são considerados como despesa. Por exemplo, o salário dos vendedores e da administração, materiais de escritório e as divulgações.

Já os custos envolvem todo o gasto com a aquisição ou produção de mercadorias. Por exemplo, compra de matéria prima, salários da equipe de produção, depreciação, energia elétrica, etc.

 

Fixo x Variável

Além da confusão entre custo e despesa, é comum muitos gestores não saberem diferenciar quais são gastos fixos ou variáveis. Isso porque muitos empresários pensam que todo desembolso que varia, se enquadra como um gasto variável.

Podemos classificar como fixas as contas que não variam em volume de produção ou venda. Ou seja, o aluguel é um gasto fixo, porque vendendo muito ou pouco, não haverá variação. Já a comissão dos vendedores varia conforme o volume de vendas aumenta e, por isso, é considerada uma despesa variável.

 

Investimentos

Todo o dinheiro gasto para aumentar o retorno no futuro é considerado um investimento. Por exemplo, comprar mais equipamentos para aumentar a produção é um investimento, já que o objetivo é aumentar os lucros no futuro.

Aqui, a dica é lembrar quando falamos sobre “investir na bolsa de valores”. Fazemos isso na expectativa de ter um aumento na receita. A atenção deve ser destinada ao risco dos investimentos. Assim como a bolsa de valores pode gerar prejuízo, as máquinas adquiridas podem ficar obsoletas.

 

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