Mais de 472 mil brasileiros foram afastados do trabalho devido a transtornos mentais em 2024, segundo dados do Ministério da Previdência Social (MPS). O número representa um dos maiores registros já observados no país e revela um desafio em torno da saúde mental, que tem mobilizado gestores, especialistas e organizações de diferentes setores.
O dado chama atenção por um motivo específico. Ao mesmo tempo em que empresas investem em inteligência artificial generativa (GenAI), automação, análise de dados e novas metodologias de gestão para aumentar a eficiência operacional, cresce também o número de profissionais afastados por ansiedade, depressão e esgotamento emocional.

Informações: Greg Pavlik/Oracle
Essa aparente contradição tem levado pesquisadores a revisarem uma pergunta que parecia respondida há décadas: é possível aumentar a produtividade sem comprometer a saúde dos trabalhadores? Para responder à pergunta, é preciso inicialmente compreender que desempenho e bem-estar não são conceitos opostos, mas fatores que influenciam diretamente um ao outro.
A preocupação não se restringe ao Brasil. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT), transtornos como ansiedade e depressão provocam a perda de aproximadamente 12 bilhões de dias de trabalho por ano em todo o mundo, gerando prejuízos estimados em US$ 1 trilhão, cerca de R$ 5 trilhões, para a economia global.
Vale destacar que os impactos também são percebidos dentro das empresas. Problemas relacionados à saúde mental afetam indicadores estratégicos como produtividade, inovação, engajamento, retenção de talentos e qualidade das relações profissionais. Em muitos casos, os custos indiretos do adoecimento podem ser tão significativos quanto às despesas operacionais.
Atenção sobre os riscos psicossociais nos ambientes empresariais
Nos últimos anos, o tema ganhou ainda mais relevância com a ampliação do debate sobre os riscos psicossociais no ambiente corporativo. Organizações passaram a reconhecer que fatores como sobrecarga de trabalho, conflitos interpessoais, insegurança profissional e pressão excessiva podem comprometer tanto a saúde dos colaboradores quanto os resultados do negócio.
Além disso, outro aspecto importante envolve a transformação das expectativas dos trabalhadores. Conforme pesquisa da Deloitte, profissionais mais jovens valorizam cada vez mais fatores relacionados ao equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho, ou seja, entre o propósito organizacional e a qualidade do ambiente corporativo.
Sendo assim, a saúde mental nas empresas deixou de ser uma pauta restrita aos departamentos de recursos humanos (RH). Nos dias de hoje, ela ocupa posição estratégica nas discussões sobre produtividade, competitividade, sustentabilidade e clima organizacional.
Diante desse panorama, surge uma questão central para os gestores e as lideranças: por que a produtividade continua sendo uma exigência tão forte dentro das organizações e como equilibrá-la com o bem-estar dos colaboradores?
Tópicos do artigo
A resposta para essa pergunta se encontra neste artigo da EJFGV. Confira quais tópicos serão abordados ao longo do texto:
- IA, escritórios enxutos e mercados competitivos aumentam a cobrança por produtividade
- Saúde mental nas empresas: afastamentos por transtornos psicológicos crescem no Brasil
- 5 formas de equilibrar produtividade e saúde mental nas empresas
- Redesenho das cargas de trabalho: diagnóstico interno detecta gargalos
- Implementação estratégica de tecnologias nas empresas
- Segurança psicológica: o segredo para conquistar inovação, colaboração, segurança e aprendizado nas empresas
- Monitoramento contínuo dos riscos psicossociais
- Políticas permanentes de bem-estar geram impactos positivos no longo prazo
- A importância dos líderes na construção de uma cultura de bem-estar
- Como se tornar um bom líder e respeitar os limites humanos dos colaboradores?
Após a leitura, deixe nos comentários a sua avaliação em relação ao artigo ou alguma dúvida pertinente. A EJFGV deseja uma ótima experiência de leitura para você.
IA, escritórios enxutos e mercados competitivos aumentam a cobrança por produtividade

Crédito: reprodução/Portal Acionista
A produtividade permanece como uma das principais preocupações das organizações porque está diretamente relacionada à sobrevivência e à competitividade dos negócios. Em mercados cada vez mais dinâmicos, empresas precisam produzir resultados de forma rápida, eficiente e sustentável.
A transformação digital desempenha papel central nesse processo. Ferramentas tecnológicas auxiliadas por inteligência artificial (IA) ampliaram a capacidade das organizações de coletar dados, automatizar tarefas e monitorar indicadores de desempenho em tempo real.
Ao mesmo tempo, a economia passou a depender cada vez mais do conhecimento. Diferentemente dos modelos industriais tradicionais, grande parte das empresas contemporâneas gera valor por meio da criatividade, inovação e capacidade analítica de seus profissionais.
Dessa forma, a mudança elevou o nível de complexidade das atividades corporativas. Atualmente, os colaboradores precisam lidar simultaneamente com múltiplas demandas, diferentes canais de comunicação (estratégia omnichannel) e fluxos constantes e massivos de informação.

Informações: Meio e Mensagem
Além disso, outro fator relevante é a redução das estruturas hierárquicas. Muitas organizações adotaram modelos mais enxutos nos últimos anos, redistribuindo responsabilidades e aumentando a autonomia das equipes. Como consequência, os colaboradores passaram a assumir funções mais amplas e diversificadas.
Monitoramento remoto do trabalho
É crucial destacar que o trabalho híbrido também contribuiu para redefinir a forma como a produtividade é percebida. Empresas de diferentes portes passaram a avaliar resultados com maior frequência, utilizando métricas e indicadores para acompanhar entregas independentemente do local de trabalho.
Para se ter ideia: já existem programas computacionais que monitoram a quantidade de cliques no mouse e de toques no teclado para avaliar o desempenho, isto é, a produtividade ou o índice de aproveitamento, de colaboradores enquadrados nos modelos híbrido ou remoto. Especialistas alertam para os riscos à saúde mental e à própria confiança no ambiente corporativo.
Segundo o relatório State of the Global Workplace, da Gallup, apenas 20% dos trabalhadores do mundo afirmam estar efetivamente engajados em suas atividades profissionais. Esse dado preocupa empresas porque o engajamento está diretamente associado à produtividade e ao desempenho organizacional.
Vale destacar que a busca por eficiência também é influenciada pelo ambiente econômico. Organizações precisam responder rapidamente às mudanças de mercado, oscilações financeiras, avanços tecnológicos e novas demandas dos consumidores.
A produtividade continua sendo uma exigência central nas pequenas e médias empresas (PMEs). Por outro lado, o desafio surge e se complexifica quando essa busca por resultados ocorre sem a consideração dos impactos humanos desse processo.
Para entender em que pé anda os números relacionados a condições de saúde mental no ambiente corporativo, a EJFGV traçou um panorama nacional com dados atualizados. Veja:
Saúde mental nas empresas: afastamentos por transtornos psicológicos crescem no Brasil

Crédito: reprodução/Hilab
Primeiramente, é crucial sinalizar que o Brasil vive um momento preocupante quando o assunto é saúde mental no ambiente de trabalho. Dados recentes mostram que o número de afastamentos relacionados a transtornos psicológicos atingiu níveis históricos, o que desperta a atenção de especialistas, empresas e órgãos públicos.
De acordo com a Associação Internacional de Gerenciamento de Estresse no Brasil (ISMA-BR), aproximadamente 72% dos trabalhadores brasileiros convivem com algum nível de estresse ocupacional, enquanto cerca de 32% apresentam sintomas compatíveis com a síndrome de burnout.

Informações: Rede D´Or
Os dados levantados revelam que o problema deixou de ser pontual e passou a representar uma questão estrutural no país. Entre as principais causas dos afastamentos também estão os transtornos de ansiedade, episódios depressivos, além de outras condições relacionadas ao sofrimento psíquico.
É importante sinalizar que pessoas que sofrem de depressão e/ou estão passando por alguma crise podem recorrer ao Centro de Valorização da Vida (CVV) a partir do número 188. O contato é seguro, imediato, gratuito, sigiloso e funciona 24 horas por dia. O atendimento é feito por voluntários. Em casos de emergência com risco iminente, basta ligar para o número 192, referente ao SAMU.
Além das consequências para os profissionais, o aumento dos afastamentos por transtornos mentais também traz desafios para as gestões das organizações, que ficam encarregadas de reorganizar equipes, redistribuir atividades e manter a continuidade dos processos institucionais.
Presenteísmo ou absenteísmo?
Outro conceito que tem ganhado destaque é o presenteísmo. Diferentemente do absenteísmo, ele ocorre quando o colaborador permanece fisicamente presente no trabalho, mas apresenta desempenho reduzido em razão de problemas emocionais ou psicológicos.
Essa situação costuma ser mais difícil de identificar. Muitas vezes, profissionais continuam cumprindo as suas jornadas normalmente, embora apresentem queda de concentração, criatividade, motivação e capacidade de tomada de decisão. Por isso, é tão importante que os líderes permaneçam presentes, ativos e atentos às necessidades, sugestões e reclamações de seus colaboradores.
Em seu último artigo, a EJFGV revelou que o Brasil vive uma crise de lideranças sem precedentes em 2026. Para entender mais sobre esse assunto, basta clicar neste link.
Além disso, a saúde mental nas empresas também influencia diretamente nos índices de rotatividade. Ambientes marcados por excesso de pressão, falta de apoio e insegurança psicológica tendem a registrar maior número de pedidos de desligamento. Isso vale para pequenas, médias e grandes empresas.
Dados da Gallup mostram que trabalhadores emocionalmente engajados apresentam maior comprometimento com os seus objetivos profissionais e menor intenção de deixar as suas organizações.
A partir desses levantamentos, percebe-se que produtividade e saúde mental não podem ser tratadas como assuntos independentes. Muito pelo contrário, estão em jogo dois fatores historicamente conectados e que influenciam diretamente na qualidade de vida, resultados no trabalho e manutenção do emprego.
Com isso, a dúvida que surge é: como equilibrar a exigência da produtividade e o cuidado crucial com a saúde mental dos meus funcionários? Assim, a EJFGV separou 5 formas de equilibrar ambas as necessidades. Confira:
5 formas de equilibrar produtividade e saúde mental nas empresas

1. Redesenho das cargas de trabalho: diagnóstico interno detecta gargalos
A primeira medida para equilibrar produtividade e saúde mental nas empresas envolve a revisão das cargas de trabalho e dos processos internos. Em muitos casos, o problema não está na falta de esforço dos profissionais, mas na distribuição inadequada das atividades e na existência de fluxos operacionais ineficientes.
O excesso de reuniões, a duplicidade de tarefas e a ausência de priorização costumam gerar sobrecarga contínua. Com o tempo, esse cenário reduz a capacidade de concentração, aumenta os níveis de estresse e compromete a qualidade das entregas realizadas pelas equipes.
Por esse motivo, organizações de diferentes setores passaram a investir no mapeamento de processos, na identificação de gargalos operacionais e na redistribuição de responsabilidades. O objetivo é eliminar desperdícios e criar rotinas mais sustentáveis para os colaboradores.
Além de melhorar o bem-estar dos profissionais, a reorganização das atividades contribui para aumentar a produtividade sem exigir jornadas excessivas ou cobranças incompatíveis com a capacidade operacional das equipes. A consultoria operacional, por exemplo, permite redesenhar os fluxos internos das empresas.
2. Implementação estratégica de tecnologias nas empresas
A segunda estratégia consiste na utilização da tecnologia como ferramenta de apoio à produtividade. O avanço da transformação digital permitiu que diversas atividades repetitivas fossem automatizadas, reduzindo o tempo gasto em tarefas operacionais de baixo valor agregado.
Ferramentas de automação, softwares de gestão, plataformas colaborativas e recursos baseados em inteligência artificial já auxiliam empresas na execução de processos que anteriormente exigiam grande volume de trabalho manual.
Anteriormente, a EJFGV listou vantagens e desvantagens da implementação da inteligência artificial generativa nas empresas. Saiba mais sobre este assunto clicando aqui.
Segundo o Fórum Econômico Mundial (FEM), a adoção de tecnologias digitais deverá transformar significativamente o mercado de trabalho ao longo desta década, o que deverá ampliar a eficiência operacional e criar novas oportunidades para trabalhadores mais qualificados.
Quando aplicada de forma estratégica, a tecnologia não substitui pessoas, mas permite que profissionais direcionem energia para atividades relacionadas à criatividade, inovação, análise e tomada de decisões. Esses são fatores cada vez mais valorizados pelas organizações.
Toda essa discussão traz à tona a crucialidade da realização frequente de treinamentos, palestras, mentorias e cursos nos ambientes corporativos. Não adianta implementar tecnologias avançadas sem que os colaboradores estejam suficientemente preparados para operá-las. Esse é um desafio atual para líderes.
3. Segurança psicológica: o segredo para conquistar inovação, colaboração, segurança e aprendizado nas empresas
A terceira prática está relacionada à criação de ambientes onde os colaboradores se sintam seguros para participar das discussões, apresentar ideias e compartilhar dificuldades sem o receio de julgamentos ou punições.
O conceito de “segurança psicológica” foi desenvolvido pela pesquisadora Amy Edmondson, da Harvard Business School, e se tornou uma das principais referências para empresas interessadas em fortalecer a inovação e a colaboração.

Informações: Google Books (autores)
Em ambientes arbitrários, marcados pelo medo de errar, profissionais tendem a ocultar dúvidas, evitar contribuições e limitar a sua participação nos processos de tomada de decisão. Como consequência, a organização perde oportunidades de aprendizado e desenvolvimento.
Por outro lado, equipes que atuam em contextos psicologicamente seguros costumam apresentar maior capacidade de adaptação, melhor comunicação interna e níveis mais elevados de engajamento. Esses fatores impactam diretamente tanto a saúde mental quanto a produtividade coletiva.
Vale destacar ainda a necessidade de as empresas investirem em canais seguros de reclamação, capazes de manter o anonimato dos colaboradores e despertarem mudanças reais baseadas nas solicitações do elenco. Trata-se de uma tarefa complexa, que pode acabar exigindo consultoria externa.
4. Monitoramento contínuo dos riscos psicossociais
A quarta medida envolve a adoção de mecanismos permanentes para identificar fatores que possam comprometer o bem-estar dos trabalhadores. A prevenção tem se mostrado mais eficiente e menos onerosa do que lidar com problemas já instalados.
Pesquisas de clima organizacional, avaliações de engajamento, entrevistas periódicas e indicadores relacionados ao comportamento das equipes ajudam as empresas a compreender melhor a realidade vivida pelos colaboradores.
É importante indicar que o tema ganhou ainda mais relevância com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1, que reforça a necessidade de avaliar e gerenciar riscos psicossociais dentro das organizações.
Ao monitorar continuamente esses fatores, os gestores conseguem identificar sinais precoces de sobrecarga, conflitos internos e/ou desgaste emocional. Isso permite que sejam aplicadas intervenções antes que os problemas resultem em afastamentos ou perda de produtividade.
A depender do porte da empresa, pode ser avaliada inclusive a contratação de algum psicológico, o qual permaneceria diariamente à disposição do elenco de colaboradores.
5. Políticas permanentes de bem-estar geram impactos positivos no longo prazo
A quinta estratégia consiste em transformar o cuidado com as pessoas em uma política organizacional contínua. Muitas empresas ainda concentram esforços em campanhas pontuais, que costumam gerar impacto limitado e temporário.
Programas estruturados de bem-estar apresentam resultados mais consistentes porque integram a saúde mental às práticas cotidianas da organização. Dessa forma, o tema deixa de ser tratado apenas em momentos de crise.
É relevante informar que essas iniciativas podem incluir assistência psicológica, programas de qualidade de vida, incentivo à prática de atividades físicas, ações de educação emocional e projetos voltados ao equilíbrio entre as vidas pessoal e profissional.
Mais do que oferecer benefícios, as empresas que investem em políticas permanentes demonstram compromisso genuíno com o desenvolvimento humano. Como resultado, tendem a construir ambientes mais saudáveis, fortalecer a retenção de talentos e criar condições mais favoráveis para a obtenção de resultados sustentáveis no longo prazo.
A tarefa de aplicação de todas essas 5 ações de equilíbrio entre produtividade e saúde mental não é fácil. Em muitos casos, será necessário que o gestor recorra a algum apoio externo, que deverá auxiliá-lo nos diagnósticos e nas ações estratégicas. De toda maneira, é fundamental que os líderes mantenham papel ativo no momento dessas transformações.
A importância dos líderes na construção de uma cultura de bem-estar

Crédito: reprodução/Forbes
Como apontado, nenhuma estratégia relacionada à saúde mental nas empresas alcança resultados duradouros sem o envolvimento ativo das lideranças. Gestores exercem influência direta sobre a forma como as pessoas vivenciam o ambiente de trabalho.
São eles que transformam diretrizes corporativas em práticas concretas. Questões como comunicação, reconhecimento, distribuição de tarefas e gestão de conflitos dependem, em grande medida, da atuação dos líderes.
Por esse motivo, especialistas consideram a liderança um dos fatores mais importantes para a construção de culturas organizacionais saudáveis. A qualidade da gestão influencia diretamente nos níveis de confiança, engajamento e satisfação das equipes.
De acordo com dados da Gallup, o engajamento dos gestores vem apresentando queda nos últimos anos. Entre 2022 e 2025, o índice de engajamento das lideranças caiu de 30% para aproximadamente 22%, o que reflete o aumento da pressão sobre esses profissionais.
Esse dado é particularmente relevante porque líderes desengajados tendem a influenciar negativamente sobre as suas equipes. O efeito pode ser percebido em indicadores relacionados ao clima organizacional, desempenho e retenção de talentos, como dissemos anteriormente.
Formação profissional de gestores
Além disso, outro desafio alarmante está relacionado à formação dos gestores. Segundo pesquisa levantada pela Gallup, menos da metade dos líderes recebeu treinamento formal para exercer funções de gestão de pessoas.
Sendo assim, essa lacuna evidencia a necessidade de investir no desenvolvimento de competências como inteligência emocional, comunicação interpessoal, escuta ativa e gerenciamento de desacordos.
É importante explicar que lideranças bem preparadas conseguem identificar sinais precoces de sofrimento emocional, promover ambientes ainda mais acolhedores e também equilibrar cobranças por desempenho com respeito aos diversos limites humanos.
Iniciativas voltadas ao fortalecimento da gestão são fundamentais para a conquista de culturas organizacionais mais saudáveis e produtivas. A consultoria operacional da EJFGV, por exemplo, estimula esse fortalecimento ao auxiliar empresas em análises de rotina, na identificação de gargalos e no aprimoramento de processos internos.
A consultoria cria condições para que os líderes atuem de forma mais estratégica. Assim, com estruturas organizacionais mais eficientes e indicadores definidos, os gestores ganham maior capacidade para tomar decisões, acompanhar equipes e também promover ambientes de trabalho mais equilibrados.
Como se tornar um bom líder e respeitar os limites humanos dos colaboradores?

A EJFGV reúne no seguinte catálogo todas as informações cruciais relacionadas à temática de liderança. Basta clicar nos links para ser encaminhado aos artigos:
- Crise de liderança em 2026: causas, impactos e 5 tendências para o futuro
- Estilos de liderança: quais são e quando usar cada um?
- Liderança humanizada: como alcançar resultados incríveis no seu negócio
- 3 Passos para Descobrir a Liderança Ideal para o seu Negócio
Acesse o nosso blog e confira todos os nossos conteúdos. A EJFGV publica semanalmente novos artigos, que abordam marketing, ética empresarial, gestão responsável, tecnologia nos negócios, entre outros assuntos.
Abaixo, separamos outras recomendações de leitura para você:
- Crise de liderança em 2026: causas, impactos e 5 tendências para o futuro
- 5 impactos da inteligência artificial nos negócios em 2026
- 5 formas de a sua empresa aproveitar a Copa do Mundo 2026 em tempo real
- GEO: a evolução do SEO para empresas que buscam resultados orgânicos no Brasil
- A importância do compliance para pequenas e médias empresas no Brasil
- Guia completo de planejamento de coleções para empresas de diferentes segmentos
- 5 práticas de segurança digital essenciais para a sua empresa
- Experiência do usuário será diferencial no e-commerce em 2026
Até o nosso próximo artigo!
0 comentário